domingo, 28 de dezembro de 2008



afinal havia outra


o espírito natalício afinal ainda perdura nesta chafarica, vagamente bipolar por estes dias. não é bem uma espécie de estado em que se encontra este blog, mas quase. este é que devia ter sido o meu cartão de Boas Festas. frio? que frio?






R.I.P.
Bettie Page






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posted by saturnine | 15:18 | 5 Comentários


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A thing of beauty is a joy forever #6


a beleza é uma coisa do camandro. há-de ser a razão primordial por que nos deu deus nosso senhor olhinhos que vêem. eu cá gosto dos clássicos. como referência, vá. tomando como ponto de partida para a análise o género feminino, percebe-se que há claramente dois hemisférios muito distintos - ainda que por vezes interpenetráveis - nestas questões conceptuais da beleza. senão vejamos: há a mulher bonita, tão refinada e perfeita que quase nos faz sentir constrangidos por existir, e há depois a mulher bonita, boazona e sensual, que nos faz doer a vista só de olhar para ela. a utilidade dos clássicos é a criação de ícones inequívocos. se eu tivesse um altar, teria umas quantas Santíssimas Trindades eleitas.




Santíssima Trindade do Sublime
ou Tão bonitas que contemplá-las é em si mesmo um gesto metafísico [ver com os olhos]








Santíssima Trindade da Brasa
ou Tão bonitas que nos fazem ficar com calores, suores frios, tremores, e sensações esquisitas afins [ver com as mãos]








1. Marylin Monroe [foto de Philippe Halsman]
2. Rita Hayworth
3. Elizabeth Taylor [foto de Philippe Halsman]
4. Ingrid Bergman
5. Grace Kelly [foto de Philippe Halsman]
6. Audrey Hepburn [foto de Philippe Halsman]






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posted by saturnine | 15:15 | 2 Comentários


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boys, u listen to your mammas


é comer a sopinha toda e tomar os remedinhos até ao fim. diz que dá saúde e faz crescer.






© married to the sea






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posted by saturnine | 15:10 | 0 Comentários


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the holiday spirit



posted by saturnine | 15:00 | 4 Comentários


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current mood


há dois filmes que inevitavelmente me empurram para a evocação de um poema que me complica os nervos: Misery e The Shining (Stephen King, you rock!). é a neve, naturalmente. a memória ou a antecipação da neve. isto, claro, como se a época não bastasse. chove sempre em dias de cerimónia.



After great pain, a formal feeling comes —
The Nerves sit ceremonious, like Tombs —
The stiff Heart questions was it He, that bore,
And Yesterday, or Centuries before?

The Feet, mechanical, go round —
Of Ground, or Air, or Ought
A Wooden way
Regardless grown,
A Quartz contentment, like a stone —

This is the Hour of Lead —
Remembered, if outlived,
As Freezing persons, recollect the Snow —
First — Chill — then Stupor — then the letting go


Emily Dickinson






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posted by saturnine | 04:39 | 0 Comentários


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sábado, 27 de dezembro de 2008



morto amado nunca mais pára de morrer #2



posted by saturnine | 18:50 | 0 Comentários


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quinta-feira, 25 de dezembro de 2008



that funny time of year


este ano não houve vestir de vermelho, não houve postais de Natal sanguinários, não houve basicamente nada a não ser uma grande dose de gente e mais e tempo para coisa nenhuma (man, o espírito natalício cansa!). ainda assim, o espírito festivo passou de raspão por aqui. happy holidays y'all!





© www.garfield.com






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posted by saturnine | 14:03 | 1 Comentários


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domingo, 21 de dezembro de 2008



morto amado nunca mais pára de morrer




© Edward Gorey




And death shall have no dominion.
Dead men naked they shall be one
With the man in the wind and the west moon;
When their bones are picked clean and the clean bones gone,
They shall have stars at elbow and foot;
Though they go mad they shall be sane,
Though they sink through the sea they shall rise again;
Though lovers be lost love shall not;
And death shall have no dominion.


And death shall have no dominion.
Under the windings of the sea
They lying long shall not die windily;
Twisting on racks when sinews give way,
Strapped to a wheel, yet they shall not break;
Faith in their hands shall snap in two,
And the unicorn evils run them through;
Split all ends up they shan't crack;
And death shall have no dominion.


And death shall have no dominion.
No more may gulls cry at their ears
Or waves break loud on the seashores;
Where blew a flower may a flower no more
Lift its head to the blows of the rain;
Though they be mad and dead as nails,
Heads of the characters hammer through daisies;
Break in the sun till the sun breaks down,
And death shall have no dominion.

Dylan Thomas






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posted by saturnine | 01:59 | 3 Comentários


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terça-feira, 16 de dezembro de 2008



compêndio de vocações inúteis #1


o Paulo, sem grande esforço, impingiu-me um vício digno de figurar a par das minhas vocações inúteis que não garantem sustento: a admiração contemplativa do exercício da sátira. Married To The Sea, it is. isto podia ser uma espécie de current mood.











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posted by saturnine | 23:46 | 2 Comentários


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música no coração #4




Scout Niblett | Do you wanna be buried with my people



Sometimes I'm tossed and driven
and sometimes I don't know where to roam
but I've heard of a city called heaven
and I've started to make it my home

Oh soon I'll reach the glory
where mortals no longer complain
and there's a ship that's coming to take me
and the captain is calling my name

Do you want to be buried with my people, dear
was the look in his eyes
we can rest our bones side by side
in the dirt of yonder high
it's so fun to see me being me alongside you
that's how I knew the answer dear
to the look I got from you

I had nearly given up dear with all my fantasies
then you come and crossed my path, and so here we be
and how the hell did I live this long without you by my side
Can I believe it's you I've sensed and sung to all my life
arms that held me never worked before until I was held by you
with a grip so still and charged, oh cou cou cou

Finally it came around inviting us to play
there's nothing as scary as a divine plan,
but I wouldn't have it any other way

The mystery is larger than you and me
and we're drunk on faded heart
but woman, I have a suspicion
you just could be my missing part

but who the hell knows which way
the gods will pull us tomorrow
but honey we're riding up past right now
and fear's only gonna back up in sorrow

Giddy up love whatever is for you
will never pass you by
you live and die you
and I live and die me
each day for the rest of this life

'Cause I am a prince
and I am a prince
I am my own salvation
but you are my queen
and you are my king
so live and die beside each other


Do you want to be buried with my people, dear
was the look in his eyes
we can rest our bones side by side
in the dirt of yonder high
it's so fun to see me being me alongside you
that's how I knew the answer dear
to the look I got from you
we can rest our bones side by side
in the dirt of yonder high






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posted by saturnine | 00:08 | 0 Comentários


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segunda-feira, 15 de dezembro de 2008



declaração de fim de ano


os balanços de fim de ano constrangem-me e perturbam-me especialmente porque

a) eu já passo o ano todo em balanços - em desequilíbrio constante, cai-não-cai, oscila para aqui, tomba para ali, sempre em busca de um equilíbrio precário, qual Humpty Dumpty em cima do muro;

b) não percebo honestamente como é que alguém se consegue lembrar das coisas todas de um ano inteiro para depois dizer categoricamente ora então estas foram assim as melhores e as piores, por ordem directa descendente. (já para não dizer que me recuso terminantemente a comentar essa coisa de que ouço falar, diz que há gente que tem tudo organizado em listas de Excel, a vida toda arrumada em gavetas perfeitamente organizadas e localizáveis.)


ainda assim, vou agora mesmo demorar-me num balanço de fim de ano. é que o olhar para trás é inevitável. um ano é um ciclo, e como sempre, cada ciclo é como um círculo, que se quer fechado. olha-se para trás em busca das pontas soltas. onde estive e o que fiz para chegar até aqui? (mais) 12 meses pesam em cima do corpo. não pretendendo deter-me em longas enunciações/enumerações, este foi por excelência o ano da Ana Teresa Pereira e da Iris Murdoch (o que acrescenta mais uma à minha lista de vocações inúteis, que não garantem sustento).

de resto, vejamos: o ano passado, foi um encolhimento só. houve Odawas, houve The National, houve Richard Haley, tudo o que era frio e nocturno tomou conta de tudo o resto. passei um ano nos subterrâneos. o que 2008 me trouxe de bom foi a trégua do verão: Vampire Weekend e Fleet Foxes, duas pérolas maravilhosas que efectivamente salvaram a minha vida ao puxar-me para o sol. não é assim com tanta frequência que qualquer coisa me soa francamente nova e surpreendente e apaixonante. et voilà!, de uma vez só o inesperado em duplicado.

é claro que não posso esquecer que 2008 foi também o ano de Scout Niblett [This Fool Can Die], que quase poderia desmanchar o meu sossego e atirar-me de volta para junto daquele canto escuro que tudo sabe e me olha sempre, permanentemente vigilante, não fosse eu saber já que há canções que matam mas também há canções salva-vidas, e por vezes a mesma de que morremos nos traz depois a cura. não fosse eu saber que onde há muito amor há também muito medo, mas não deixa de haver muito amor, e que neste diálogo entre a Scout Niblett e o Bonnie "Prince" Billy


If I'm to be the fool
Then so it be
This fool can die now
With a heart that's soaked

(...)

My heart is charged now
Oh, it's dancing in my chest
And I fly when I walk now
From the spell in that kiss


Kiss




há sobretudo o sobressalto da alegria inesperada. uma canção é um veneno tanto quanto é um amuleto. à chegada do outono, um disco que era noite cerrada, fez-se subitamente claro, com a primeira luz da manhã. um corpo olhando outro corpo, recitando mentalmente cada passo necessário para desenhar uma boca no rosto do outro, secretamente dizendo


What a way to start a fire
Broken with the break of day


Kiss






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posted by saturnine | 23:27 | 1 Comentários


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domingo, 14 de dezembro de 2008



sometimes the story of my life comes crashing on my head again #2





há 13 anos, este disco fazia todo o sentido. era uma adolescente plenamente dentro do arquétipo, as cliché as it gets. roupa escura, Doc Martens nos pés, olhos com sombras pretas para disfarçar outras sombras pretas por trás, a angústia da inadaptação generalizada, a fé incondicional nos Doors, na Janis Joplin e nos Nirvana. era o tempo de preparar terreno para a queda urbano-depresiva que se avizinhava, com a descoberta dos Joy Division - ainda hoje, o verso just watching the trees and the leaves as they fall [The Eternal] parece-me a coisa mais brutalmente triste que já ouvi. nessa altura era a Creep dos Radiohead a música da minha vida, emblema que era do quão miserável era a existência quando não se tem qualquer noção de lugar. a chegada de um disco com o nome Mellon Collie and The Infinite Sadness era como uma Anunciação, toda eu desejava ardentemente um disco que justificasse por inteiro a minha tristeza sem fim e sem rumo. mas depois da parvoíce da tristeza sem fim (na altura só conhecia o estado vulgarmente desginado como o estar na merda, não estava ainda familiarizada com essoutro, vindouro, do rock bottom, fifty feet of crap, and then me), quem é que não gostaria de procurar a salvação numa canção?


Believe that life can change
That youre not stuck in vain


Tonight, Tonight



os Smashing Pumpkins traziam-nos a promessa fácil de que havia qualquer coisa a que agarrarmo-nos, embora nunca tenhamos sabido muito bem o que era. o que importava era saber que o inferno da adolescência passaria, que não estaríamos perdidos para sempre, que a vida um dia haveria de dar um salto e haveríamos de crescer e ser coisas diferentes e melhores. eu, a quem a adolescência claramente ainda não passou, que ainda espero que uma canção salve a minha vida, vejo-me como um bichinho numa concha, a olhar o mundo, à espera que algo aconteça. e acontece, quando um bicho semelhante nos olha de súbito do interior de outra concha e, inesperadamente, nos reconhecemos iguais. havia uma canção dos Eels para isto:


One day the world will be ready for you
and wonder how they didn't see


Spunky



não sei, mas isto soa-me qualquer coisa a promessa cumprida. não era, portanto, em vão o lamaçal e o degredo de tanto anos a que penosamente sobrevivemos. estás aí, mundo? estás finalmente a ver-me?






© www.garfield.com





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posted by saturnine | 00:38 | 3 Comentários


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sexta-feira, 12 de dezembro de 2008



miles to go before I sleep #23


bichinho que tens medo das alturas, por que escalas tu? do alto da minha estante, há mais céu e menos chão, e onde há mais céu um bicho respira melhor. a sós com uma impressão de silêncio, pode fechar os olhos e imaginar-se pleno de super-poderes intangíveis. meio segundo antes de os voltar a abrir, um segundo antes de voltar a descer, com as unhas descoladas do sabugo, uma dor fina e persistente, em cada ponta de cada dedo a marca inequívoca de um grande amor levado até às últimas consequências.





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posted by saturnine | 02:53 | 1 Comentários


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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008



if the world did end, would you be my apocaliptic friend #2








desenhos do Kurt Halsey. composição minha.






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posted by saturnine | 03:55 | 1 Comentários


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relapso


.


era uma vez
um esgoto com três desgostos
um para cada ventrículo
e mais um
que já não cabia no coração
um dia veio um royal flush
foram-se os desgostos
ficou o espaço livre
acabou-se o esgoto
agora é só
um coração.


fim






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posted by saturnine | 02:26 | 1 Comentários


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spot player special




"us people are just poems"
[ani difranco]


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calamity.spot[at]gmail.com



~*. through the looking glass .*~




little black spot | portfolio
Baucis & Philemon | tea for two
os dias do minotauro | against demons
menina tangerina | citrus reticulata deliciosa
the woman who could not live with her faulty heart | work in progress
pale blue dot | sala de exposições
o rosto de deus | fairy tales








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~*. rearview mirror .*~


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~*. spying glass .*~


a balada do café triste . ágrafo . albergue dos danados . almanaque de ironias menores . a natureza do mal . animais domésticos . antologia do esquecimento . arquivo fantasma . a rute é estranha . as aranhas . as formigas . as pequenas estruturas do ócio . atelier de domesticação de demónios . atum bisnaga . auto-retrato . avatares de um desejo . baggio geodésico . bananafish . bibliotecário de Babel . bloodbeats . caixa-de-lata . casa de cacela . chafarica iconoclasta . coisa ruim . com a luz acesa . comboio de fantasmas . complicadíssima teia . corpo em excesso de velocidade . daily make-up . detective cantor . dias com árvores . dias felizes . e deus criou a mulher . e.g., i.e. . ein moment bitte . em busca da límpida medida . em escuta . estado civil . glooka . i kant, kant you? . imitation of life . isto é o que hoje é . last breath . livros são papéis pintados com tinta . loose lips sink ships . manuel falcão malzbender . mastiga e deita fora . meditação na pastelaria . menina limão . moro aqui . mundo imaginado . não tenho vida para isto . no meu vaso . no vazio da onda . o amor é um cão do inferno . o leitor sem qualidades . o assobio das árvores . paperback cell . pátio alfacinha . o polvo . o regabofe . o rosto de deus . o silêncio dos livros . os cavaleiros camponeses no ano mil no lago de paladru . os amigos de alex . Paris vs. New York . passeio alegre . pathos na polis . postcard blues . post secret . provas de contacto . respirar o mesmo ar . senhor palomar . she hangs brightly . some variations . tarte de rabanete . tempo dual . there is only 1 alice . tratado de metatísica . triciclo feliz . uma por rolo . um blog sobre kleist . vazio bonito . viajador


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~*. the bell jar .*~



os lugares comuns: against demons . all work and no play . compêndio de vocações inúteis  .  current mood . filosofia e metafísica quotidiana . fruta esquisita menina aflita . inventário crescente de palavras mais-que-perfeitas . miles to go before I sleep . música no coração  .  música para o dia de hoje . o ponto de vista dos demónios . planos para dominar o mundo . this magic moment  .  you came on like a punch in the heart . you must believe in spring


egosfera: a infância . a minha vida dava um post . afirmações identitárias . a troubled cure for a troubled mind . april was the cruellest month . aquele canto escuro que tudo sabe . as coisas que me passam pela cabeça . fruto saturnino (conhecimento do inferno) . gotham style . mafarricar por aí . Mafia . morto amado nunca mais pára de morrer . o exílio e o reino . os diálogos imaginários . os infernos almofadados . RE: de mail . sina de mulher de bandido . the woman who could not live with her faulty heart . um lugar onde pousar a cabeça   .  correio sentimental


scriptorium: (des)considerações sobre arte . a noite . and death shall have no dominion . angularidades . bicho escala-estantes . do frio . do medo . escrever . exercícios . exercícios de anatomia . exercícios de respiração . exercícios de sobrevivência . Ítaca . lunário . mediterrânica . minimal . parágrafos mínimos . poemas . poemas mínimos . substâncias . teses, tratados e outras elocubrações quase científicas  .  um rumor no arvoredo


grandes amores: a thing of beauty is a joy forever . grandes amores . abraços . Afta . árvores . cat powa . colectânea de explicações avulsas da língua portuguesa  .  declaração de amor a um objecto . declaração de amor a uma cidade . desolação magnífica . divas e heróis . down the rabbit hole . drogas duras . drogas leves . esqueletos no armário . filmes . fotografia . geometrias . heart of darkness . ilustraçãoinício . matéria solar . mitologias . o mar . os livros . pintura . poesia . sol nascente . space is the place . the creatures inside my head . Twin Peaks . us people are just poems . verão  .  you're the night, Lilah


do quotidiano: achados imperdíveis . acidentes quotidianos e outros desastres . blogspotting . carpe diem . celebrações . declarações de emergência . diz que é uma espécie de portfolio . férias  .  greves, renúncias e outras rebeliões . isto anda tudo ligado . livro de reclamações . moleskine de viagem . níveis mínimos de suporte de vida . o existencialismo é um humanismo . só estão bem a fazer pouco


nomes: Aimee Mann . Al Berto . Albert Camus . Ana Teresa Pereira  . Bauhaus . Bismarck . Björk . Bond, James Bond . Camille Claudel . Carlos de Oliveira . Corto Maltese . Edvard Munch . Enki Bilal . Fight Club . Fiona Apple . Garfield . Giacometti . Indiana Jones . Jeff Buckley  .  Kavafis . Klimt . Kurt Halsey . Louise Bourgeois . Malcolm Lowry . Manuel de Freitas . Margaret Atwood . Marguerite Duras . Max Payne . Mia Couto . Monty Python . Nick Drake . Patrick Wolf  .  Sophia de Mello Breyner Andresen . Sylvia Plath . Tarantino . The National . Tim Burton


os outros: a natureza do mal . amigos . dedicatórias . em busca da límpida medida . retalhos e recortes



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