terça-feira, 15 de novembro de 2005




silêncio, e depois.






Depois, na mesma tarde.

Quis dizer-lhe
que o amava.
Gritá-lo.
É tudo.
(...)



Marguerite Duras | É Tudo




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posted by saturnine | 13:59 | 3 Comentários


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segunda-feira, 14 de novembro de 2005




littleblackspoteando #2



one day I will disappear deep asleep inside a nutshell.



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posted by saturnine | 11:31 | 0 Comentários


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Maya Kulenovic
deslumbramento insone




Through rocks


Malady


Insomniac


Fragments


Informing Edmund



"I look into the darker side of humanity because I cannot pretend that I don't see it- and the only way to cope with it is to understand it better. I think my paintings express some of that unreliable nature of our sense of security, possessions and knowledge, our unlimited potential for violence- as well as compassion- and the everlasting search for spirituality of some sort."

Maya Kulenovic




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posted by saturnine | 01:57 | 0 Comentários


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so tired of being tired


não é por negligência ou esquecimento que não deixo comentários, nem felicito aniversários, nem deixo presentes aos meus bloggers preferidos (e como eu preciso de vocês como pão para a boca). o ponto preto quase não lê blogs. o ponto preto perde existência. mesmo este espaço se dilui na estreiteza dos dias. há-de morrer de morte súbita, sem despedidas nem aviso prévio (isto não é um aviso prévio). eu, que não posso ir-me embora para lado nenhum (embora se pudesse, ia, e nunca mais voltava), imagino que o espaço em volta se transfigura. um dia este blog chamar-se-á a intacta ferida. para que me doa um bocadinho menos o estar aqui. tanto mundo e não há nele um lugar que seja meu, um lugar onde pousar a cabeça. não me interessa de todo a redenção. não me interessam as promessas de dias felizes. não quero, honestamente, saber de coisa nenhuma. é inútil falar de amor e dos homens que são como lugares mal situados *.eu só quero um lugar onde pousar a cabeça.



«Há homens que têm dentro de si um fogo tão ardente, e ninguém quer vir aquecer-se nele.»

Vincent a Theo [Van Gogh]






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* Daniel Faria




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outonal


exceptuando o regresso necessário das aves aos ramos primaveris, e o abandono das árvores à pequena morte do frio, não houve uma única promessa que se tivesse cumprido.



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domingo, 13 de novembro de 2005




when the going gets tough


quando a pedra de Sísifo ensurdece nas entranhas da noite, podemos sempre contar com o 50 Cent.





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Elemental #1








Gustav Klimt
The Kiss | Fulfillment | Expectation





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Elemental #2






Gustav Klimt
The Beethoven Frieze: The Hostile Powers | Praise to Joy, the God-descended





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Elemental #3








Gustav Klimt
Goldfish | Water Serpents I | Water Serpents II | Danae





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sábado, 12 de novembro de 2005




The Ex Factor
or why I dig R&B





It could all be so simple
But you'd rather make it hard
Loving you is like a battle
And we both end up with scars
Tell me, who I have to be
To get some reciprocity
No one loves you more than me
And no one ever will

Is this just a silly game
That forces you to act this way
Forces you to scream my name
Then pretend that you can't stay
Tell me, who I have to be
To get some reciprocity
No one loves you more than me
And no one ever will

No matter how I think we grow
You always seem to let me know
It ain't workin'
It ain't workin'
And when I try to walk away
You'd hurt yourself to make me stay
This is crazy
This is crazy

I keep letting you back in
How can I explain myself
As painful as this thing has been
I just can't be with no one else
See I know what we got to do
You let go and I'll let go too
'Cause no one's hurt me more than you
And no one ever will

Care for me, care for me
I know you care for me

There for me, there for me
Said you'd be there for me

Cry for me, cry for me
You said you'd die for me

Give to me, give to me
Why won't you live for me


Lauryn Hill | Ex-Factor





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quarta-feira, 9 de novembro de 2005




um haiku




"marry my
leave Kentucky
come to Tennessee"



















Silver Jews | Tennessee

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domingo, 6 de novembro de 2005




exercícios de estilo


how to disappear completely:



rouge est la couleur du sang:



there's a crack in everything, that's how the light gets in:




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posted by saturnine | 16:55 | 0 Comentários


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a arte como exorcismo
ou uma viagem ao mundo de Louise Bourgeois



a escultora afirma algo próximo disto: "uma vez que a dor se instala em nós, não mais é possível libertarmo-nos dela." mas podemos encontrar veículos de formalização da dor, de modo a ensaiar uma convivência pacífica com a certeza de que nos habita inexpugnavelmente. o artista, deste pontod e vista, dá forma aos seus demónios, arranca-os ao conforto interior da carne e expõe-nos ao mundo, e ao frio. os demónios sentem-se envergonhados da sua nudez. dizem mais e menos ao mesmo tempo. silenciam-se. perdem o seu domínio ao adquirirem um rosto reconhecível. a obra de arte nasce então certamente como fruto um processo doloroso - como um parto.








«The subject of pain is the business I'm in
. To give meaning and shape to frustration and suffering.»



* * *

«Art is a sacrifice of life itself. The artist sacrifices life to art not because he wants to but because he can not do anything else.»


* * *

«Self expression is sacred and fatal. It's a necessity. Sublimation is a gift, a stroke of luck. One has nothing to do with the other.»


* * *

«(...) a drama of the self... It is about the fear of goinf overboard and hurting others. (...) [it's] a descent into depression. But I believe in ressurrection in the morning. This is a withdrawl, but it is temporary. You lose your self-esteem, but you pull yourself up again. This is about survival... about the will to survive. (...) It was a real exorcism just to get all the prints out.»


Louise Bourgeois
in:
He disappeared in to complete silence
Destruction of the father, reconstruction of the father









art is the guarantee of sanity

pain is the ransom of formalism









"Cell (Glass Spheres and Hands)" is one of several freestanding sculptural installations by Louise Bourgeois. The title "Cell" can refer to the most basic building block of a living organism or a prison. Bourgeois' Cells combine aspects of both definitions, pairing the organic with the correctional. Matching used perfume bottles, vanity mirrors, model homes, and excised limbs with steel fencing, broken furniture, a guillotine, and a mechanical saw, each composition employs domestic and institutional elements to tell a story. In "Cell (Glass Spheres and Hands)," two fragmented marble arms rest on a fabric covered table. With hands clasped in a gesture of prayer, the isolated arms appear to be soft and vulnerable in spite of their rock-hard substance. Encircling the table are five glass spheres of different sizes, each resting on its own worn chair. Each enclosed sphere is like a bubble, self-contained but fragile in its existence. The chairs and spheres face the table in a united front, cornering and further isolating the hands. The work plays with relationships such as teacher/student and parent/child. In an arrangement that is reminiscent of a family gathering or classroom situation, "Cell (Glass Spheres and Hands)" invests inanimate objects with human qualities by enacting a drama in space.

Allusive and open to interpretation, Bourgeois' "Cells" are places for uneasy contemplation. The steel and glass walls enclosing each work protect the objects inside, but also restrict them from ever escaping. Like a prison, the caged walls enforce a rigid form of solitude while offering only partial views of the outside world. In "Cell (Glass Spheres and Hands)," glass panels obscure the objects within, forcing viewers to peer through a grid of spaces where a window has been knocked out or shattered. A tension is established between the desire to look into the freestanding room and the real possibility of hurting oneself on a glass shard while doing so. By placing one's body in danger in order to look at the work, a visceral connection is made between the body of the viewer and the fragile, organic quality of the objects within. As carnal as it is symbolic, Bourgeois explains that "the 'Cells' represent different types of pain: the physical, the emotional and the psychological, and the mental and intellectual. When does the emotional become the physical? When does the physical become the emotional? It's a circle going round and round. Pain can begin at any point and turn in either direction."





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sexta-feira, 4 de novembro de 2005




confissão






















às vezes sinto-te a falta mesmo quando não estás do outro lado do mar.



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i will miss you when you're across the sea

























gostar assim tanto que o próprio tempo me magoa.






























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posted by saturnine | 02:02 | 0 Comentários


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quarta-feira, 2 de novembro de 2005




it burns















































gostar assim tanto que me asfixia.






















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mood:


I keep going round and round on the same old circuit
A wire travels underground to a vacant lot
Where something I can't see interrupts the current
And shrinks the picture down to a tiny dot
And from behind the screen it can look so perfect
But it's not

So here I'm sitting in my car at the same old stoplight
I keep waiting for a change but I don't know what
So red turns into green turning into yellow
But I'm just frozen here on the same old spot
And all I have to do is to press the pedal
But I'm not
No, I'm not


People are tricky, you can't afford to show
Anything risky anything they don't know
The moment you try, you kiss it goodbye


So baby kiss me like a drug like a respirator
And let me fall into the dream of the astronaut
Where I get lost in space that goes on forever
And you make all the rest just an afterthought
And I believe it's you who could make it better
But it's not
No, it's not
No, it's not



Aimee Mann | It's not





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spot player special




"us people are just poems"
[ani difranco]


*

calamity.spot[at]gmail.com



~*. through the looking glass .*~




little black spot | portfolio
Baucis & Philemon | tea for two
os dias do minotauro | against demons
menina tangerina | citrus reticulata deliciosa
the woman who could not live with her faulty heart | work in progress
pale blue dot | sala de exposições
o rosto de deus | fairy tales








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~*. rearview mirror .*~


Maio 2003 . Junho 2003 . Julho 2003 . Agosto 2003 . Setembro 2003 . Outubro 2003 . Novembro 2003 . Dezembro 2003 . Janeiro 2004 . Fevereiro 2004 . Março 2004 . Abril 2004 . Maio 2004 . Junho 2004 . Julho 2004 . Agosto 2004 . Setembro 2004 . Outubro 2004 . Novembro 2004 . Dezembro 2004 . Janeiro 2005 . Fevereiro 2005 . Março 2005 . Abril 2005 . Maio 2005 . Junho 2005 . Julho 2005 . Agosto 2005 . Setembro 2005 . Outubro 2005 . Novembro 2005 . Dezembro 2005 . Janeiro 2006 . Fevereiro 2006 . Março 2006 . Abril 2006 . Maio 2006 . Junho 2006 . Julho 2006 . Agosto 2006 . Setembro 2006 . Outubro 2006 . Novembro 2006 . Dezembro 2006 . Janeiro 2007 . Fevereiro 2007 . Março 2007 . Abril 2007 . Maio 2007 . Junho 2007 . Julho 2007 . Agosto 2007 . Setembro 2007 . Outubro 2007 . Novembro 2007 . Dezembro 2007 . Janeiro 2008 . Fevereiro 2008 . Março 2008 . Abril 2008 . Maio 2008 . Junho 2008 . Julho 2008 . Agosto 2008 . Setembro 2008 . Outubro 2008 . Novembro 2008 . Dezembro 2008 . Janeiro 2009 . Fevereiro 2009 . Março 2009 . Abril 2009 . Maio 2009 . Junho 2009 . Julho 2009 . Agosto 2009 . Setembro 2009 . Outubro 2009 . Novembro 2009 . Dezembro 2009 . Janeiro 2010 . Fevereiro 2010 . Março 2010 . Maio 2010 . Junho 2010 . Julho 2010 . Agosto 2010 . Outubro 2010 . Novembro 2010 . Dezembro 2010 . Janeiro 2011 . Fevereiro 2011 . Março 2011 . Abril 2011 . Maio 2011 . Junho 2011 . Julho 2011 . Agosto 2011 . Setembro 2011 . Outubro 2011 . Janeiro 2012 . Fevereiro 2012 . Março 2012 . Abril 2012 . Maio 2012 . Junho 2012 . Setembro 2012 . Novembro 2012 . Dezembro 2012 . Janeiro 2013 . Janeiro 2014 .


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~*. spying glass .*~


a balada do café triste . ágrafo . albergue dos danados . almanaque de ironias menores . a natureza do mal . animais domésticos . antologia do esquecimento . arquivo fantasma . a rute é estranha . as aranhas . as formigas . as pequenas estruturas do ócio . atelier de domesticação de demónios . atum bisnaga . auto-retrato . avatares de um desejo . baggio geodésico . bananafish . bibliotecário de Babel . bloodbeats . caixa-de-lata . casa de cacela . chafarica iconoclasta . coisa ruim . com a luz acesa . comboio de fantasmas . complicadíssima teia . corpo em excesso de velocidade . daily make-up . detective cantor . dias com árvores . dias felizes . e deus criou a mulher . e.g., i.e. . ein moment bitte . em busca da límpida medida . em escuta . estado civil . glooka . i kant, kant you? . imitation of life . isto é o que hoje é . last breath . livros são papéis pintados com tinta . loose lips sink ships . manuel falcão malzbender . mastiga e deita fora . meditação na pastelaria . menina limão . moro aqui . mundo imaginado . não tenho vida para isto . no meu vaso . no vazio da onda . o amor é um cão do inferno . o leitor sem qualidades . o assobio das árvores . paperback cell . pátio alfacinha . o polvo . o regabofe . o rosto de deus . o silêncio dos livros . os cavaleiros camponeses no ano mil no lago de paladru . os amigos de alex . Paris vs. New York . passeio alegre . pathos na polis . postcard blues . post secret . provas de contacto . respirar o mesmo ar . senhor palomar . she hangs brightly . some variations . tarte de rabanete . tempo dual . there is only 1 alice . tratado de metatísica . triciclo feliz . uma por rolo . um blog sobre kleist . vazio bonito . viajador


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~*. the bell jar .*~



os lugares comuns: against demons . all work and no play . compêndio de vocações inúteis  .  current mood . filosofia e metafísica quotidiana . fruta esquisita menina aflita . inventário crescente de palavras mais-que-perfeitas . miles to go before I sleep . música no coração  .  música para o dia de hoje . o ponto de vista dos demónios . planos para dominar o mundo . this magic moment  .  you came on like a punch in the heart . you must believe in spring


egosfera: a infância . a minha vida dava um post . afirmações identitárias . a troubled cure for a troubled mind . april was the cruellest month . aquele canto escuro que tudo sabe . as coisas que me passam pela cabeça . fruto saturnino (conhecimento do inferno) . gotham style . mafarricar por aí . Mafia . morto amado nunca mais pára de morrer . o exílio e o reino . os diálogos imaginários . os infernos almofadados . RE: de mail . sina de mulher de bandido . the woman who could not live with her faulty heart . um lugar onde pousar a cabeça   .  correio sentimental


scriptorium: (des)considerações sobre arte . a noite . and death shall have no dominion . angularidades . bicho escala-estantes . do frio . do medo . escrever . exercícios . exercícios de anatomia . exercícios de respiração . exercícios de sobrevivência . Ítaca . lunário . mediterrânica . minimal . parágrafos mínimos . poemas . poemas mínimos . substâncias . teses, tratados e outras elocubrações quase científicas  .  um rumor no arvoredo


grandes amores: a thing of beauty is a joy forever . grandes amores . abraços . Afta . árvores . cat powa . colectânea de explicações avulsas da língua portuguesa  .  declaração de amor a um objecto . declaração de amor a uma cidade . desolação magnífica . divas e heróis . down the rabbit hole . drogas duras . drogas leves . esqueletos no armário . filmes . fotografia . geometrias . heart of darkness . ilustraçãoinício . matéria solar . mitologias . o mar . os livros . pintura . poesia . sol nascente . space is the place . the creatures inside my head . Twin Peaks . us people are just poems . verão  .  you're the night, Lilah


do quotidiano: achados imperdíveis . acidentes quotidianos e outros desastres . blogspotting . carpe diem . celebrações . declarações de emergência . diz que é uma espécie de portfolio . férias  .  greves, renúncias e outras rebeliões . isto anda tudo ligado . livro de reclamações . moleskine de viagem . níveis mínimos de suporte de vida . o existencialismo é um humanismo . só estão bem a fazer pouco


nomes: Aimee Mann . Al Berto . Albert Camus . Ana Teresa Pereira  . Bauhaus . Bismarck . Björk . Bond, James Bond . Camille Claudel . Carlos de Oliveira . Corto Maltese . Edvard Munch . Enki Bilal . Fight Club . Fiona Apple . Garfield . Giacometti . Indiana Jones . Jeff Buckley  .  Kavafis . Klimt . Kurt Halsey . Louise Bourgeois . Malcolm Lowry . Manuel de Freitas . Margaret Atwood . Marguerite Duras . Max Payne . Mia Couto . Monty Python . Nick Drake . Patrick Wolf  .  Sophia de Mello Breyner Andresen . Sylvia Plath . Tarantino . The National . Tim Burton


os outros: a natureza do mal . amigos . dedicatórias . em busca da límpida medida . retalhos e recortes



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...it's full of stars...


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