domingo, 28 de setembro de 2008



a little less perfection in the world




R.I.P.
Paul Newman




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posted by saturnine | 13:53 | 4 Comentários


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Things fall down. People Look up. And when it rains, it pours. ¹


há demasiados filmes quase-mais-que-perfeitos para que eu consiga dizer de um: este é o filme da minha vida. há, contudo, aqueles de que poderei dizer que são defintivos - como quem diz, claro, que definem, na medida em que se identificam em absoluto com o quadrado de mundo visível a partir desta cápsula que habito. nessa categoria estão Magnolia e American Beauty. há em ambos um tom de coisas assombroso, violento, perturbador, comovente, que que resiste à nomeação - valham-nos as metáforas. transforma-se o cinema no segmento que constitui a distância mais curta que une os pontos A e B, em que A = natureza e B = humana. todo o drama e toda a angústia e toda a alegria mansa da minha vida estão condensadas nesses dois filmes. uma absurda comoção sem raiz - ou demasiado enraizada -, inexplicável, sem palavras, dolorosa de tão exacta e evidente. do mesmo modo que será sentir as pupilas feridas pela luz quando demasiado perto são consumidos os olhos pelo fogo de uma epifania.




I guess I could be pretty pissed off about what happened to me, but it's hard to stay mad when there's so much beauty in the world. Sometimes, I feel like I'm seeing it all at once and it's too much. My heart fills up like a balloon that's about to burst. And then I remember to relax and stop trying to hold on to it. And then it flows through me like rain, and I can't feel anything but gratitude for every single moment of my stupid little life. ²






¹ Magnolia
² American Beauty

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posted by saturnine | 02:14 | 4 Comentários


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digno de nota:


#1 The Joy Division é o nome de banda mais sarcástico de todos os tempos.

#2 The The é o nome de banda mais indefinido de sempre.

#3 a Hotel California é a canção.



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posted by saturnine | 02:07 | 3 Comentários


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quinta-feira, 25 de setembro de 2008



yeah, it's that funny time of year


esperei não 29 mas 1 ano para poder cantar isto, alto e bom som, e finalmente em efectivo abono da verdade:



«you know I dreamed about you
for 29 years before I saw you
you know I dreamed about you
and missed you for 29 years»

The National | Slow Show + 29 Years






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posted by saturnine | 18:41 | 8 Comentários


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quarta-feira, 24 de setembro de 2008



os meus amigos são os melhores


recebido hoje por mail:








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posted by saturnine | 12:47 | 16 Comentários


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terça-feira, 23 de setembro de 2008



tesouros inestimáveis


toda a gente gosta de se sentir especial, por um motivo ou por outro. na maioria das vezes, conseguimos arranjar todos os pretextos, se procurarmos o suficiente. o amor ao Tim Burton é partilhado com uns milhões largos de pessoas. mas este objecto é coisa para escassos milhares:










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posted by saturnine | 14:40 | 4 Comentários


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domingo, 21 de setembro de 2008



random: dance, dance, dance






The National | Mistaken For Strangers







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TABULETA: andamos em (imperceptíveis) obras, trabalhos forçados, mãos na sujeira. resultado: finalmente um template ideal, sem desatinos, sem chiliques, sem linhas de código caóticas e desordenadas, com o espaçamento de linhas desejado, sem a merdinha dos sublinhados nos links, sem sofrer desajustes e afins amuos na passagem do Firefox para o Internet Explorer (ou vice-versa), enfim... um template perfeito. i'm so good i make myself sick.


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posted by saturnine | 00:06 | 2 Comentários


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quinta-feira, 18 de setembro de 2008



O céu é dos violentos está a caminho


o Daniel Faria dizia que há homens que são como lugares mal situados. à parte isso, há homens que são duros como a terra árida, que racha de secura sob um sol castigador. há homens que são como desertos. é por isso que a chegada a Flannery O'Connor é um soco no estômago que nos deixa na boca o sabor acre de um pós abalroamento Faulkner. sem complacências, crua, incisiva, retorcida: a terra implacável e a natureza humana sob o seu jugo.


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posted by saturnine | 03:36 | 4 Comentários


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in the joy division we're all really depressed




and you can feel her madness
she will call you out
watch out for her dark side
you'll soon will figure out
so run on

The Black Angels | Manipulation




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posted by saturnine | 02:19 | 0 Comentários


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segunda-feira, 15 de setembro de 2008



think of me as a place #2












© little black spot 2008




up, up, up: but still:
would the fall never come to an end? *






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posted by saturnine | 23:50 | 10 Comentários


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think of me as a place #1


já dizia o Henri Michaux
que tudo o que é preciso
é um lugar onde pousar a cabeça.

ou um céu
porque já não há sítio nenhum onde pousar a cabeça *






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posted by saturnine | 23:33 | 0 Comentários


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galeria de arcanjos e anjos caídos #3


Azazel. tu eras o anjo da luz, a estrela da manhã, a promessa do dia inteiro. mas o teu coração batia sempre do lado mais próximo da noite, e era das trevas que emergia a tua luz. tombaste, arremessado, castigado, anjo caído, e ruges ainda de dor e fúria por cada um dos teus ossos partidos. eu ajoelho a teu lado (ou é a tua mão que mantém o seu jugo sobre a minha cabeça?), e sou capaz de jurar, pela proximidade, que também me dói um ossito ou dois.





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posted by saturnine | 23:18 | 2 Comentários


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galeria de arcanjos e anjos caídos #2


Gabriel. tu eras o mais antigo de todos os nomes, o milagre da minha vida. primeiro vieste e eras a anunciação do paraíso. depois regressaste e eras a promessa da salvação. depois voltaste ainda, mas já não prometias nada. agora o teu rosto antigo assemelha-se a um terreno baldio, do qual se ausentaram todos os deuses. ninguém poderia dizer se partiste para sempre. sabe-se apenas que as tuas longas asas, meu anjo perfeito, já não alcançam nenhum reino prometido.





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posted by saturnine | 23:02 | 0 Comentários


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domingo, 14 de setembro de 2008



galeria de arcanjos e anjos caídos #1


Miguel. tu eras a promessa do paraíso, anjo sublime que guardava o fogo da minha vida. e foi tão veloz a tua queda, a minha queda, agora tombaste morto e deixaste-me a mim com duas ou três costelas partidas.





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posted by saturnine | 20:04 | 1 Comentários


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quarta-feira, 10 de setembro de 2008



wishful thinking



posted by saturnine | 01:49 | 5 Comentários


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Tratado das contradições fundamentais #2
O trágico habita na impossibilidade do não-ser - versão reduzida


Raquel: (segurando objecto ridículo, rindo) Posso pendurar-te isto no pescoço?
Miguel: Depende... Queres continuar viva?
Raquel: Tem dias que não.





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posted by saturnine | 00:40 | 0 Comentários


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Tratado das contradições fundamentais #1
O trágico habita na impossibilidade do não-ser - versão extensa


1ª premissa do problema: Nietzsche, instigado pelo paradoxo angustiante do encarceramento numa perspectiva finita de tempo e matéria, descreve uma lenda onde o rei Midas persegue o velho Sileno pela floresta. O rei queria saber qual era, entre todas as coisas, a que o homem deveria preferir antes de tudo, algo inigualável. Quando, por fim o rei alcaçou Sileno:

«Imóvel e obstinado, o demónio não respondia. Até que, por fim, coagido pelo vencedor, desatou a rir e proferiu as seguintes palavras: 'Raça efémera, e miserável, filha do acaso e da dor! E tu, por que me obrigas a revelar-te o que mais te valeria ignorar? O que tu deverias preferir não o podes escolher: é não teres nascido, não seres. Seres 'nada'. Já que isso te é impossível, o melhor que podes desejar é morrer, morrer depressa'.» [Nietzsche | A Origem da Tragédia]



2ª premissa do problema: «Só há um problema filosófico verdadeiramente sério: é o suicídio. Julgar se a vida merece ou não ser vivida, é responder a uma questão fundamental da filosofia.» [Albert Camus | O Mito de Sísifo]



3ª premissa do problema: «Toda a alegria silenciosa de Sísifo aqui reside. O seu destino pertence-lhe. O seu rochedo é a sua coisa. (...) Cada grão dessa pedra, cada estilhaço mineral dessa montanha cheia de noite, forma por si só um mundo. A própria luta para atingir os píncaros basta para encher o coração de um homem. É preciso imaginar Sísifo feliz.» [Albert Camus | O Mito de Sísifo]



desenvolvimento sem conclusão:para Camus, o suicídio surge como uma confissão de incapacidade: é-se ultrapassado pela vida, não se consegue compreendê-la, enfim - não aguentamos a desordem estuporada da vida. [Herberto Helder] o desejo da morte é uma entidade antiga. perante o desespero, reconhecida a impossibilidade de não-ser, resta ao espírito derrotado ansiar pela rectificação dos males maiores pelos menores: que a morte venha, que restitua a tábua rasa, que interceda sobre a consciência com o seu magnânimo e perpétuo silêncio. o desejo da morte é o único substituto possível para o desejo impossível revelado por Sileno: aquilo que eu mais queria, não ser, nunca ter existido, é por natureza um desejo impossível, pois se o sinto, já existo. o que desejo então é que possa interromper esse fardo da existência, resituir-me ao nada por que anseio, eu que não fui feito à medida deste mundo, que me ultrapassa, que me derrota, que não desejo, para que não sirvo.

a tristeza cavalga por vezes no peito de um homem com a força de mil cavalos, e toda a luz de um sorriso não basta para apaziguar o que é selvagem e indomável. todo o calor de um abraço não chega para aplacar uma tão incontida fúria. pode acontecer por vezes que esse homem sucumba à voracidade da sua tristeza. pode acontecer também que reconheça que a sua vida não lhe pertence. caminha dia após dia carregado de laços invisíveis, atado por cordões umbilicais indeléveis a toda a vida que o rodeia - família, amigos, trabalho, conhecidos, lugares amados, tarefas por cumprir. sabe que a sua vida pertence também a todos aqueles que se encontram nos extremos dessas ligações. precisa de autorização para se retirar. por decoro, nunca a pede, resigna-se. isto há-de ter aqui uma contrapartida que me está a escapar. depois, por vezes, acontece-lhe experimentar um breve milagre: acredita ver o céu azul, respirar o ar fresco do cimo da montanha, consegue imaginar Sísifo feliz. porém, quando a noite arrasta consigo novamente o som da pedra que desliza, cavalgando, até ao fundo da montanha, abre-se no peito desse homem toda uma caverna de dores insuportáveis. Sísifo é apenas brevemente feliz. o peso da sua pedra é imenso, e dia após dia esmaga-o, porque o envelhece. então, doem a esse homem todas as terminações nervosas, cada ligação umbilical ao mundo, medita novamente sobre a forma de se extrair sem desastre a esse sofrimento de estar vivo. mas esse é também por sua vez um desejo impossível. só se sai batendo com a porta, deixando um trilho de destroços atrás de si. talvez por isso, o homem que deseja não-ser ensaie lentamente um vago desaparecimento. o homem que quer morrer será antes de mais um misantropo. se o desaparecimento é progressivo e contínuo, o mundo reclamará menos o seu abandono. não pede autorização, que nunca lhe seria concedida: faz por ser esquecido, ao mesmo tempo que deseja que o não-esquecimento alheio o salve.

enquanto a memória de Sísifo feliz resistir, o homem misantropo saberá apreciar a luz de um sorriso, o calor de um abraço, a força de uma alegria vital, precária, mas determinada. deseja morrer mas também deseja viver. equlibra-se no fio da navalha. espera qe algo ceda. não tem força para exercer o domínio sobre o seu destino, que lhe parece arbitrário. resigna-se então e espera. é tão paciente quanto é forçado a sê-lo o homem que não quebrou perante o jugo da loucura. entretanto, no seu peito cresce um estrondo cavo, ritmado, que se assemelha ao som das ferraduras.



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posted by saturnine | 00:37 | 6 Comentários


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segunda-feira, 8 de setembro de 2008



too much is not enough


I used to have a heart
now I guess it's just a stone

.






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posted by saturnine | 18:31 | 5 Comentários


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quarta-feira, 3 de setembro de 2008



saturnine's toy horror factory #1



posted by saturnine | 02:46 | 11 Comentários


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oh yeah sure



posted by saturnine | 00:15 | 0 Comentários


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spot player special




"us people are just poems"
[ani difranco]


*

calamity.spot[at]gmail.com



~*. through the looking glass .*~




little black spot | portfolio
Baucis & Philemon | tea for two
os dias do minotauro | against demons
menina tangerina | citrus reticulata deliciosa
the woman who could not live with her faulty heart | work in progress
pale blue dot | sala de exposições
o rosto de deus | fairy tales








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~*. rearview mirror .*~


Maio 2003 . Junho 2003 . Julho 2003 . Agosto 2003 . Setembro 2003 . Outubro 2003 . Novembro 2003 . Dezembro 2003 . Janeiro 2004 . Fevereiro 2004 . Março 2004 . Abril 2004 . Maio 2004 . Junho 2004 . Julho 2004 . Agosto 2004 . Setembro 2004 . Outubro 2004 . Novembro 2004 . Dezembro 2004 . Janeiro 2005 . Fevereiro 2005 . Março 2005 . Abril 2005 . Maio 2005 . Junho 2005 . Julho 2005 . Agosto 2005 . Setembro 2005 . Outubro 2005 . Novembro 2005 . Dezembro 2005 . Janeiro 2006 . Fevereiro 2006 . Março 2006 . Abril 2006 . Maio 2006 . Junho 2006 . Julho 2006 . Agosto 2006 . Setembro 2006 . Outubro 2006 . Novembro 2006 . Dezembro 2006 . Janeiro 2007 . Fevereiro 2007 . Março 2007 . Abril 2007 . Maio 2007 . Junho 2007 . Julho 2007 . Agosto 2007 . Setembro 2007 . Outubro 2007 . Novembro 2007 . Dezembro 2007 . Janeiro 2008 . Fevereiro 2008 . Março 2008 . Abril 2008 . Maio 2008 . Junho 2008 . Julho 2008 . Agosto 2008 . Setembro 2008 . Outubro 2008 . Novembro 2008 . Dezembro 2008 . Janeiro 2009 . Fevereiro 2009 . Março 2009 . Abril 2009 . Maio 2009 . Junho 2009 . Julho 2009 . Agosto 2009 . Setembro 2009 . Outubro 2009 . Novembro 2009 . Dezembro 2009 . Janeiro 2010 . Fevereiro 2010 . Março 2010 . Maio 2010 . Junho 2010 . Julho 2010 . Agosto 2010 . Outubro 2010 . Novembro 2010 . Dezembro 2010 . Janeiro 2011 . Fevereiro 2011 . Março 2011 . Abril 2011 . Maio 2011 . Junho 2011 . Julho 2011 . Agosto 2011 . Setembro 2011 . Outubro 2011 . Janeiro 2012 . Fevereiro 2012 . Março 2012 . Abril 2012 . Maio 2012 . Junho 2012 . Setembro 2012 . Novembro 2012 . Dezembro 2012 . Janeiro 2013 . Janeiro 2014 .


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~*. spying glass .*~


a balada do café triste . ágrafo . albergue dos danados . almanaque de ironias menores . a natureza do mal . animais domésticos . antologia do esquecimento . arquivo fantasma . a rute é estranha . as aranhas . as formigas . as pequenas estruturas do ócio . atelier de domesticação de demónios . atum bisnaga . auto-retrato . avatares de um desejo . baggio geodésico . bananafish . bibliotecário de Babel . bloodbeats . caixa-de-lata . casa de cacela . chafarica iconoclasta . coisa ruim . com a luz acesa . comboio de fantasmas . complicadíssima teia . corpo em excesso de velocidade . daily make-up . detective cantor . dias com árvores . dias felizes . e deus criou a mulher . e.g., i.e. . ein moment bitte . em busca da límpida medida . em escuta . estado civil . glooka . i kant, kant you? . imitation of life . isto é o que hoje é . last breath . livros são papéis pintados com tinta . loose lips sink ships . manuel falcão malzbender . mastiga e deita fora . meditação na pastelaria . menina limão . moro aqui . mundo imaginado . não tenho vida para isto . no meu vaso . no vazio da onda . o amor é um cão do inferno . o leitor sem qualidades . o assobio das árvores . paperback cell . pátio alfacinha . o polvo . o regabofe . o rosto de deus . o silêncio dos livros . os cavaleiros camponeses no ano mil no lago de paladru . os amigos de alex . Paris vs. New York . passeio alegre . pathos na polis . postcard blues . post secret . provas de contacto . respirar o mesmo ar . senhor palomar . she hangs brightly . some variations . tarte de rabanete . tempo dual . there is only 1 alice . tratado de metatísica . triciclo feliz . uma por rolo . um blog sobre kleist . vazio bonito . viajador


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~*. the bell jar .*~



os lugares comuns: against demons . all work and no play . compêndio de vocações inúteis  .  current mood . filosofia e metafísica quotidiana . fruta esquisita menina aflita . inventário crescente de palavras mais-que-perfeitas . miles to go before I sleep . música no coração  .  música para o dia de hoje . o ponto de vista dos demónios . planos para dominar o mundo . this magic moment  .  you came on like a punch in the heart . you must believe in spring


egosfera: a infância . a minha vida dava um post . afirmações identitárias . a troubled cure for a troubled mind . april was the cruellest month . aquele canto escuro que tudo sabe . as coisas que me passam pela cabeça . fruto saturnino (conhecimento do inferno) . gotham style . mafarricar por aí . Mafia . morto amado nunca mais pára de morrer . o exílio e o reino . os diálogos imaginários . os infernos almofadados . RE: de mail . sina de mulher de bandido . the woman who could not live with her faulty heart . um lugar onde pousar a cabeça   .  correio sentimental


scriptorium: (des)considerações sobre arte . a noite . and death shall have no dominion . angularidades . bicho escala-estantes . do frio . do medo . escrever . exercícios . exercícios de anatomia . exercícios de respiração . exercícios de sobrevivência . Ítaca . lunário . mediterrânica . minimal . parágrafos mínimos . poemas . poemas mínimos . substâncias . teses, tratados e outras elocubrações quase científicas  .  um rumor no arvoredo


grandes amores: a thing of beauty is a joy forever . grandes amores . abraços . Afta . árvores . cat powa . colectânea de explicações avulsas da língua portuguesa  .  declaração de amor a um objecto . declaração de amor a uma cidade . desolação magnífica . divas e heróis . down the rabbit hole . drogas duras . drogas leves . esqueletos no armário . filmes . fotografia . geometrias . heart of darkness . ilustraçãoinício . matéria solar . mitologias . o mar . os livros . pintura . poesia . sol nascente . space is the place . the creatures inside my head . Twin Peaks . us people are just poems . verão  .  you're the night, Lilah


do quotidiano: achados imperdíveis . acidentes quotidianos e outros desastres . blogspotting . carpe diem . celebrações . declarações de emergência . diz que é uma espécie de portfolio . férias  .  greves, renúncias e outras rebeliões . isto anda tudo ligado . livro de reclamações . moleskine de viagem . níveis mínimos de suporte de vida . o existencialismo é um humanismo . só estão bem a fazer pouco


nomes: Aimee Mann . Al Berto . Albert Camus . Ana Teresa Pereira  . Bauhaus . Bismarck . Björk . Bond, James Bond . Camille Claudel . Carlos de Oliveira . Corto Maltese . Edvard Munch . Enki Bilal . Fight Club . Fiona Apple . Garfield . Giacometti . Indiana Jones . Jeff Buckley  .  Kavafis . Klimt . Kurt Halsey . Louise Bourgeois . Malcolm Lowry . Manuel de Freitas . Margaret Atwood . Marguerite Duras . Max Payne . Mia Couto . Monty Python . Nick Drake . Patrick Wolf  .  Sophia de Mello Breyner Andresen . Sylvia Plath . Tarantino . The National . Tim Burton


os outros: a natureza do mal . amigos . dedicatórias . em busca da límpida medida . retalhos e recortes



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