domingo, 29 de abril de 2007



Invisible Ink


todas as palavras que jamais poderiam ser pronunciadas jorrando pela boca fora como bandos de pássaros em fúria. estilhaços, projectéis, improváveis no olhar ferido que nos atravessa.



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posted by saturnine | 02:20 | 4 Comentários


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sábado, 28 de abril de 2007



Hemoglobina


o mal maior, esse instransponível, é verificar que onde a respiração é difícil não é no lugar que se habita, mas no próprio corpo - e não há outro corpo para onde escapar. descansar, apenas. deixa-me só repousar aqui um bocadinho no teu tórax e já sigo o meu caminho. é frágil a matéria viva, sangra desalmadamente como um dedo cortado. 'os outros' é toda uma massa anónima distante que não reconheço. a familiaridade cortada à faca como nacos de carne, arrancada ao quotidiano pelos hábitos da misantropia. é-se tão fingida mas genuinamente feliz nas palavras. muitos vivas para a literatura. mas ninguém está presente naquele canto escuro, que tudo sabe, onde há fome e dívidas e memórias quebradiças de pessoas que seguem para longe e explodem - olha, como o Al Berto - como dois astros de éter.


Patrick Wolf | Bloodbeat



I wake at dusk to go alone
without a light
to the unknown
i want this night inside of me
i want to feel
i want this speeding
i want that speeding

my blood beats black tonight!

no need for comfort
no need for light
i am hunting for secrets tonight
Eat the sorrow lick the spark
uh oh my blood beats dark

And here it comes
it comes for me
i want to run
i want to scream
Get in my car with both eyes closed
full pedal down
And i am speeding!

my blood beats black tonight!

no need for comfort
no need for light
i am hunting down demons tonight
Eat the terror lick the spark
uh oh my blood beats dark




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posted by saturnine | 21:36 | 0 Comentários


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[Seven for] a secret never to be told *




é possível que tenha passado despercebido. desvendei uns segredos ali em baixo, no fundo do blog, onde ninguém vê. coisas com as quais nunca soube o que fazer. lugares para onde fujo quando aqui o ar se torna irrespirável. um dia eu disse 'um dia este blog há-de chamar-se a intacta ferida'. tem-se chamado muitas coisas desde então. you must believe in spring. para acreditar. para fugir, tangerinas, minotauros.




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* Magpie



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posted by saturnine | 20:50 | 0 Comentários


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quinta-feira, 26 de abril de 2007



Definition of love


eu já tinha pormetido a mim própria que não voltaria a fazer um post sobre o "Wolf Affair" pelo menos até Maio, mas um comentário do mais enternecedor que pode haver a esta fotografia torna-o imprescindível (à medida que isto vai sendo cada vez menos um blog e mais um solilóquio em estilo):


"You two make such a beautiful couple... two lost children among the world. You can help each other out - you duck into small spaces, while Patrick looks over tall walls and hedges in epic adventures..."





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posted by saturnine | 01:49 | 3 Comentários


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quarta-feira, 25 de abril de 2007



Wake me up when the bluebells are ringing


subterrânea. assim a memória do outono. mediterrânica, a antecipação do estio. com vida possível nas palavras, polidas de finas arestas como pedras brancas de uma varanda ao sol. fins de tarde coroados de silêncio ameno, um leve ardor de sal roendo a pele inflamada. som de água ao fundo, Vinicius, viagens imaginárias ao Mali, Singapura, fugas, memórias falsas de paragens exóticas. habitar um país possível, onde a respiração acompanhe o ritmo das sílabas. pe-dra - cin-za - a-mor - mor-te.



Patrick Wolf | Bluebells | The Magic Position



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posted by saturnine | 22:47 | 1 Comentários


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We shan't go quietly into that good night


Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo


Sophia de Mello Breyner Andresen





imagem rapinada da Vila Dianteira





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posted by saturnine | 18:50 | 0 Comentários


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domingo, 22 de abril de 2007



20.04.07


the tower and the thickets

all along the river
pedalling fast as i could
as all the wastelands flowered
crashed cars and rubbish flourish
with blackberries and redberries

blackberries
sweet
redberries
berries...

have I been travelling so long
that I forgot how to stop?
why are the brakes all broken
wheels spinning out of control

and in the mirror

pale and deathly

have became

what have I become?

mother

what have I become?


lover

what have I become?

still looking for some tower
off all the rails and the roads
in need of ressurection
as my desires and powers
grow in thickets
tall all round me...

around, around, around

So now
Just let the wastelands flower
and all the thickets grow
grow, grow as all the wastelands
flower and all the thickets grow
tall and taller, tall all round me...

-by patrick for william yeats


two thousand and seven will bring me to the end of a very long road
I have met so many people in the last six years, i hope to see many more this year before the year is through and new life begins, remember everything changes and all this will too..
love from the road

x p




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posted by saturnine | 01:17 | 2 Comentários


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The minor fall and the major lift *


o que aqui se anda a passar pode muito bem ser a minha própria versão individual - soliloquial - de um hype: um amor intangível até às últimas consequências, dedicação fervorosa (leia-se frenesi obsessivo-compulsivo) a um ser muito digno de ser amado. um amor de idade adulta debruçado sobre o fruto florescente da maturidade:
portanto, uma visão sobre o crescimento desta criança enorme, Peter Pan desiludido de 1,85 m, o rapaz que queria ser primeiro violinista e, como não conseguiu, construiu o sonho de ser uma estrela pop.




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"Wolf: I felt this depression after, [and] that gave me the freedom to just calm down and realize that it's not about being Christina Aguilera or winning MTV awards. That childhood dream disappeared, I suppose, of making a huge communication. Maybe I became slightly disillusioned, but in a really good way that enabled me to realize that the music was the most important thing, and that the rest of it is total bullshit. How many records you sell really does not matter. It's whatever you give.


(...)


Wolf: There's a lot of humor on the first record. I think a lot of people thought I was quite ridiculous when I first came out, especially in England, and it freaked me out because what I was doing was so from my blood, from my guts. Part of being human is having a sense of humor, you know?

I think because I'm 6'4" and have blond hair and I didn't dress like any other kind of a boy, people just immediately thought I was some kind of circus animal. I realized that the next communication of music had to be a lot more sober in order to tell people I actually meant it. I think a lot of people thought I was joking. Not that I totally care what people think, but if it's going to effect the dynamic or intensity of my music, then it was time to be totally serious, to say: "I actually mean this." Whatever I make in the future, I mean it. I think a lot of people thought it was an act of some kind, and that was the opposite of what I wanted.


(...)


Pitchfork: But the risk of being totally serious is that people counter-respond again, and see a Peter Murphy silliness to your seriousness.

Wolf: I'm prepared to take that risk. This is probably a superfluous thing to mention, but I have my own natural hair color right now, and this is the first that I've seen my own natural hair since I was 11 years old. It was quite an important metaphorical thing for me to do, to take off the circus clothes and put on my missionary work clothes and say, "I mean business, this is me, and I'm for real." The next record is already in my bloodstream and it's a love-sunshine-pop-techno album with brass bands and children's choirs. I'm going to be smiling again soon. This is just a phase.


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[ mais ]



uma pessoa cai de súbito numa antecipação inesperada de uma concretização de um sonho que não se sonhava ter, e não sabe o que fazer. fica paralizada perante o surgimento de uma figura de uma beleza impossível de circunscrever e envergonha-se pelo excesso de comoção. contém-se, reduz-se ao mínimo possível. depois abandona o lugar e o sonho e a figura cedo demais, arrependida de não ter sido mais chata e ter dito "hey, Patrick, deixa essa gente e vem comigo que eu tenho imensa coisa para te dizer". isto porque too much is not enough e nunca há sentimento excessivo quando há um amor maior, e as pessoas devem saber quando são especiais na vida de alguém. "It's whatever you give", é disso que se trata. de mostrar o que se recebe, dando assim um pouco.




Being bullied, he recognizes, had made him "obnoxiously ambitious. There's that WH Auden poem: if evil is done to you, you do evil to other people - it was a bit like that. I didn't care, I didn't have any manners. There was a fire inside me." Releasing the album brought catharsis, he says. What it didn't bring was success.
He plunged into self-doubt and depression, out of which emerged his second album, Wind in the Wires.

(...)

And as if that wasn't a big enough slice of the happiness pie, *he fell in love* - the experience so joyfully captured on The Magic Position.

Like Wolf's other albums, this one has a fairytale quality, but it's infused with kaleidoscopic colour. "It's like those 1950s musicals," says Wolf, "where your eyes lock for the first time and the brass starts and the bluebirds fly by. That's what love was like for me. I knew it was a transient thing to be feeling, so I wanted to bubble wrap it." His presentiment proved true: the relationship crumbled after a couple of years, just as Wolf was mixing the album. "I actually thought it was going to be impossible to finish the record. But I gave it two months to rest, then I started finding all that love again with my friends and everyday life, and found I could translate the songs into something more universal."

This, he's realized, is key to what he wants to achieve in music. It's not enough to write songs for himself: "Unless you inspire other people, share your burden or your joy with them, what's the point?" Of course, that's another way of saying that he wants to be really famous. But he also has a genuine desire to "document honestly how human beings change - the spectrum of what we have to go through every day". And the best way to do that, he believes, is by putting your own life under the microscope.


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[ mais ]

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é preciso que se diga que no final de 2005 o Pedro [loose lips sink ships] me pôs a ouvir pela primeira vez o Wind in the wires, e que esse foi o disco que mais cresceu em afecto, foi o mais ouvido e o mais acarinhado de todo o ano de 2006. saturnino é um termo que encaixa bem no Patrick Wolf. ora é igualmente preciso que se diga que o Pedro sabe destas coisas, ele não falha, e não foi por acaso que me levou pela mão à descoberta de "The Libertine", para me fazer doravante pertencer aos lugares vagamente obscuros de magia e mistério para que essa canção abria a porta. confesso que temi o espalhafato colorido do The Magic Position a princípio. aquele cabelo íngneo, aquele caleidoscópio de cores vivas, um circo de bichos inanimados, era demias para mim - the horror, the horror! mas devia ter imaginado que o disco cresceria. num movimento repentino, avolumando-se, depois mergulhando em profundidade. eu vi logo. quando prestei atenção, eu soube: havia mudança ali. amor e perda também, mas alegria, reconciliação coma vida, com o mundo, crescimento. a criança está a crescer.





Patrick Wolf is growing up.

(...)

Of course, it's worth noting that, for all the frolicking glee, Wolf's melancholy hasn't entirely vanished-- it's just that it's no longer quite so cheerless. Granted, for Wolf to have discovered optimism may seem like an ominous transformation to fans content to be swaddled in cryptic early gems like "The Libertine", but the distinctive, ornate qualities of his first two records remain. And what's taken the place of all that narcissistic grief-- a crucial sense of self-awareness and the resolution of some very elementary identity issues-- has allowed him an artistic and lyrical progression that results in refined and concentrated updates like "The Stars", which insightfully links family and nature, or the virtuosic ballad "Augustine", while retaining a spirited, anthemic quality that puts them confidently at home in the same body of work.


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[ mais ]

o que podemos esperar do futuro?

"If this third record is to be total ecstasy, expect to be dragged through the darkest corners of the underworld next. It will be a brave departure to just get as black and ugly as possible without any remorse."


eu não sei, mas sou gaja para dizer que o Patrick partilha comigo [e com o David Lynch, certo] um segredo: "I like darkness and confusion and absurdity, but I like to know that there could be a door I can escape into an area of happiness."





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* Leonard Cohen, Jeff Buckley, the crowd, Halellujah



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posted by saturnine | 00:59 | 2 Comentários


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sexta-feira, 20 de abril de 2007



The Libertine





The Libertine | Wind in The Wires


para já, o melhor concerto do ano. contra todas as probabilidades (ou não), mais perto do coração que o Bonnie e o Micah, todos no Theatro Circo. digo eu que aquela sala tem magia. não sei como teria sido ver ao vivo o Patrick Wolf de "Wind in the wires" há dois anos atrás, mas teria sido um desgosto perder este homem novo, tocado pela joie de vivre, ainda que - como sempre - vagamente estranho e saturnino. um rapaz com ar de criança mas com muita idade dentro. um ser de uma beleza impossível de circunscrever, híbrido nos afectos, extraordinário na expressão. impressiona-me como se mantém ambíguo: um certo ar frágil que alterna com um qualquer je ne sais quoi animalesco que me faz pensar nele como um bicho a correr para o interior negro de uma floresta. e que lindo bicho, espécime raro. do género que não, não se pode levar para casa, mas que seguiria a correr, descalça, para o interior da floresta. gosto deste Patrick Wolf renovado, pop vagamente gay, restituído à sua condição morena original. não tivemos "Augustine" nem "The Libertine", mas tivemos outros momentos e, acima de tudo, a possibilidade de uma revelação: um prodígio da natureza - não me surpreende por que lhe prenunciem substância para ser o digno sucessor de David Bowie.

procuro esquecer a calça justa com padrão zebra que me ofuscou e manteve hipnotizada durante todo o tempo que estive à frente do palco. invejei-lhe a blusa. entrou de meias, sem sapatos, o rapaz. depois tirou as meias e uma miúda roubou-lhas. achei arriscado, mas ele garantiu que eram lavadas. eu só lhe consegui roubar dois beijos, dois autógrafos, e duas fotografias. em compensação pelos dois concertos a que deveria ter assistido (acabou por ser só um).





e foram os primeiros beijos, as primeiras fotografias, os primeiros autógrafos da minha vida. nunca tinha estado tão próxima de um ser que amasse tão à distância. um rapaz. tímido, meigo, simpático. com uma t-shirt igual à minha. 40 cm mais alto. sim, isto sou eu a dar pela cintura do licantropo:






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posted by saturnine | 01:36 | 3 Comentários


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quinta-feira, 19 de abril de 2007



Licantropia




Augustine | The Magic Position

As the belltower blocks the sunlight
All the seeds in our garden fight
To break and blossom all to be adored
And look your skirt is torn
And there's blood on my sheets
Here comes a lowman of the law
Fist tight, banging on the door
And knocking me down on it's weight
And I let him in
As I pass out into a dream
Whooping cranes and woodland beigns
Great white wings beating
In an attic, in a house, in the dead of night

Singing, oh! My Augustine, Augustine!
Oh! Is this forever, ever? Oh, oh
Sweet Augustine, Augustine
What does this mean for us?
Does it mean that I can never change my ways
And that's why, love, you shouldn't stay

Still you will and love me

Like a mother, or a maid bringing you down, down
Down on your brazen knees
Watering the worms and weeds
Thinking, why does love leave me so damn cold
And I'm getting old
And is this what it should be
Well... Is it?


Oh! My Augustine, Augustine!
Oh! Is this forever, ever? Oh, oh
Sweet Augustine, Augustine
Do we kill this one tonight?
And now come the tears, heavy and hot
It becomes clear, this is all we got
As I hold you to my bed
Like a cancer or a curse

Be my loving nurse
As we fall back into the impossible dream





está quase, quase, quase, bebé, amor, rapaz, licantropo do meu coração.





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posted by saturnine | 00:26 | 3 Comentários


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E para que conste


sim, o Patrick Wolf é lindo e eu estou enamorada.







Emergency!




Emergency!

So c'mon,
Give me the worst and then again
I'm feeling braver than I've ever been
From the skull down to the feet
All out for blood and sweat and meat
and for

Accident! Emergency!
To terrorists, catastrophe
Drop this agony, and misery
Give me accident and emergency.

So what happens when you lose everything?
You just carry on and with a grin
(Sing!)
For all that your life has to bring,
And just get yourself back into the ring.
(Knock it out!)

For accident and emergency
To terrorists, catastrophe
Drop this agony, and misery
Hold on for accident and emergency.

If you never lose
How you gonna know when you won
If it's never dark
How you gonna know the sun
When it shines
You've got to let it shine

(Accident. Emergency.
Accident. Emergency.
C'mon!
Accident. Emergency.
Accident. Emergency.
C'mon!)

Accident and emergency
bringing out the best in me



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posted by saturnine | 00:25 | 0 Comentários


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segunda-feira, 9 de abril de 2007



O ponto de vista dos demónios #24


regressar aos velhos lugares, sentir o conforto de um canto escuro, antigo, que nos olha e sabe tudo de nós. uma voz lenta e grave, com uma inflexão inconfundível: é a isto que soam os lugares familiares, o mais familiar dos lugares - a casa. ter um corpo do qual não se sabe o que fazer, desencaixado do mundo como um naco de carne arrancado à dentada à aspreza dos dias - ainda assim habitar um lugar onde qualquer coisa se reconhece.




Bonnie "Prince" Billy | Cursed Sleep




invadir demasiado o território da noite, porque a respiração é frágil e o sono difícil. deitar sobre o chão, contemplar o tecto parado em vez das estrelas, mastigar o silêncio retumbante. o quarto é um templo, povoado de pequenas mortes. não dormir, não dormir nunca o que se deve, entrar com toda a força numa noite algo escura porque não há conforto na luz. atirar pedras polidas ao charco do teu silêncio, tu que não voltas nunca, não morres nunca, e eu que jamais amarei senhor que possa morrer.














Bonnie "Prince" Billy | Theatro Circo | Braga





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posted by saturnine | 23:23 | 7 Comentários


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spot player special




"us people are just poems"
[ani difranco]


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calamity.spot[at]gmail.com



~*. through the looking glass .*~




little black spot | portfolio
Baucis & Philemon | tea for two
os dias do minotauro | against demons
menina tangerina | citrus reticulata deliciosa
the woman who could not live with her faulty heart | work in progress
pale blue dot | sala de exposições
o rosto de deus | fairy tales








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~*. rearview mirror .*~


Maio 2003 . Junho 2003 . Julho 2003 . Agosto 2003 . Setembro 2003 . Outubro 2003 . Novembro 2003 . Dezembro 2003 . Janeiro 2004 . Fevereiro 2004 . Março 2004 . Abril 2004 . Maio 2004 . Junho 2004 . Julho 2004 . Agosto 2004 . Setembro 2004 . Outubro 2004 . Novembro 2004 . Dezembro 2004 . Janeiro 2005 . Fevereiro 2005 . Março 2005 . Abril 2005 . Maio 2005 . Junho 2005 . Julho 2005 . Agosto 2005 . Setembro 2005 . Outubro 2005 . Novembro 2005 . Dezembro 2005 . Janeiro 2006 . Fevereiro 2006 . Março 2006 . Abril 2006 . Maio 2006 . Junho 2006 . Julho 2006 . Agosto 2006 . Setembro 2006 . Outubro 2006 . Novembro 2006 . Dezembro 2006 . Janeiro 2007 . Fevereiro 2007 . Março 2007 . Abril 2007 . Maio 2007 . Junho 2007 . Julho 2007 . Agosto 2007 . Setembro 2007 . Outubro 2007 . Novembro 2007 . Dezembro 2007 . Janeiro 2008 . Fevereiro 2008 . Março 2008 . Abril 2008 . Maio 2008 . Junho 2008 . Julho 2008 . Agosto 2008 . Setembro 2008 . Outubro 2008 . Novembro 2008 . Dezembro 2008 . Janeiro 2009 . Fevereiro 2009 . Março 2009 . Abril 2009 . Maio 2009 . Junho 2009 . Julho 2009 . Agosto 2009 . Setembro 2009 . Outubro 2009 . Novembro 2009 . Dezembro 2009 . Janeiro 2010 . Fevereiro 2010 . Março 2010 . Maio 2010 . Junho 2010 . Julho 2010 . Agosto 2010 . Outubro 2010 . Novembro 2010 . Dezembro 2010 . Janeiro 2011 . Fevereiro 2011 . Março 2011 . Abril 2011 . Maio 2011 . Junho 2011 . Julho 2011 . Agosto 2011 . Setembro 2011 . Outubro 2011 . Janeiro 2012 . Fevereiro 2012 . Março 2012 . Abril 2012 . Maio 2012 . Junho 2012 . Setembro 2012 . Novembro 2012 . Dezembro 2012 . Janeiro 2013 . Janeiro 2014 .


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~*. spying glass .*~


a balada do café triste . ágrafo . albergue dos danados . almanaque de ironias menores . a natureza do mal . animais domésticos . antologia do esquecimento . arquivo fantasma . a rute é estranha . as aranhas . as formigas . as pequenas estruturas do ócio . atelier de domesticação de demónios . atum bisnaga . auto-retrato . avatares de um desejo . baggio geodésico . bananafish . bibliotecário de Babel . bloodbeats . caixa-de-lata . casa de cacela . chafarica iconoclasta . coisa ruim . com a luz acesa . comboio de fantasmas . complicadíssima teia . corpo em excesso de velocidade . daily make-up . detective cantor . dias com árvores . dias felizes . e deus criou a mulher . e.g., i.e. . ein moment bitte . em busca da límpida medida . em escuta . estado civil . glooka . i kant, kant you? . imitation of life . isto é o que hoje é . last breath . livros são papéis pintados com tinta . loose lips sink ships . manuel falcão malzbender . mastiga e deita fora . meditação na pastelaria . menina limão . moro aqui . mundo imaginado . não tenho vida para isto . no meu vaso . no vazio da onda . o amor é um cão do inferno . o leitor sem qualidades . o assobio das árvores . paperback cell . pátio alfacinha . o polvo . o regabofe . o rosto de deus . o silêncio dos livros . os cavaleiros camponeses no ano mil no lago de paladru . os amigos de alex . Paris vs. New York . passeio alegre . pathos na polis . postcard blues . post secret . provas de contacto . respirar o mesmo ar . senhor palomar . she hangs brightly . some variations . tarte de rabanete . tempo dual . there is only 1 alice . tratado de metatísica . triciclo feliz . uma por rolo . um blog sobre kleist . vazio bonito . viajador


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~*. the bell jar .*~



os lugares comuns: against demons . all work and no play . compêndio de vocações inúteis  .  current mood . filosofia e metafísica quotidiana . fruta esquisita menina aflita . inventário crescente de palavras mais-que-perfeitas . miles to go before I sleep . música no coração  .  música para o dia de hoje . o ponto de vista dos demónios . planos para dominar o mundo . this magic moment  .  you came on like a punch in the heart . you must believe in spring


egosfera: a infância . a minha vida dava um post . afirmações identitárias . a troubled cure for a troubled mind . april was the cruellest month . aquele canto escuro que tudo sabe . as coisas que me passam pela cabeça . fruto saturnino (conhecimento do inferno) . gotham style . mafarricar por aí . Mafia . morto amado nunca mais pára de morrer . o exílio e o reino . os diálogos imaginários . os infernos almofadados . RE: de mail . sina de mulher de bandido . the woman who could not live with her faulty heart . um lugar onde pousar a cabeça   .  correio sentimental


scriptorium: (des)considerações sobre arte . a noite . and death shall have no dominion . angularidades . bicho escala-estantes . do frio . do medo . escrever . exercícios . exercícios de anatomia . exercícios de respiração . exercícios de sobrevivência . Ítaca . lunário . mediterrânica . minimal . parágrafos mínimos . poemas . poemas mínimos . substâncias . teses, tratados e outras elocubrações quase científicas  .  um rumor no arvoredo


grandes amores: a thing of beauty is a joy forever . grandes amores . abraços . Afta . árvores . cat powa . colectânea de explicações avulsas da língua portuguesa  .  declaração de amor a um objecto . declaração de amor a uma cidade . desolação magnífica . divas e heróis . down the rabbit hole . drogas duras . drogas leves . esqueletos no armário . filmes . fotografia . geometrias . heart of darkness . ilustraçãoinício . matéria solar . mitologias . o mar . os livros . pintura . poesia . sol nascente . space is the place . the creatures inside my head . Twin Peaks . us people are just poems . verão  .  you're the night, Lilah


do quotidiano: achados imperdíveis . acidentes quotidianos e outros desastres . blogspotting . carpe diem . celebrações . declarações de emergência . diz que é uma espécie de portfolio . férias  .  greves, renúncias e outras rebeliões . isto anda tudo ligado . livro de reclamações . moleskine de viagem . níveis mínimos de suporte de vida . o existencialismo é um humanismo . só estão bem a fazer pouco


nomes: Aimee Mann . Al Berto . Albert Camus . Ana Teresa Pereira  . Bauhaus . Bismarck . Björk . Bond, James Bond . Camille Claudel . Carlos de Oliveira . Corto Maltese . Edvard Munch . Enki Bilal . Fight Club . Fiona Apple . Garfield . Giacometti . Indiana Jones . Jeff Buckley  .  Kavafis . Klimt . Kurt Halsey . Louise Bourgeois . Malcolm Lowry . Manuel de Freitas . Margaret Atwood . Marguerite Duras . Max Payne . Mia Couto . Monty Python . Nick Drake . Patrick Wolf  .  Sophia de Mello Breyner Andresen . Sylvia Plath . Tarantino . The National . Tim Burton


os outros: a natureza do mal . amigos . dedicatórias . em busca da límpida medida . retalhos e recortes



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...it's full of stars...


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